Tag -Planejamento Financeiro

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Tire sua dúvida: Como parcelar?
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Financial Advisor: você ainda vai ter um! (2)
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Financial Advisor: você ainda vai ter um! (1)
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Tire sua dúvida: Controlando as despesas do Cartão
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Décimo-terceiro: gastar é fácil
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PGBL: Ainda há tempo para aplicar
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Estratégias para a grana extra!

Financial Advisor: você ainda vai ter um! (2)

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Fazendo uma analogia simples e rápida, o Financial Advisor (FA) deverá condicionar sua vida financeira da mesma forma que um Personal Trainer condiciona sua vida desportiva.

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Financial Advisor: você ainda vai ter um! (1)

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Reconheço que a vida do brasileiro não anda nada fácil. E não falo tão somente para os que hoje enfrentam dificuldades para fechar o orçamento, tema que, em um artigo aqui, outro artigo ali, tratei, ainda que não tenha esgotado assunto.

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Tire sua dúvida: Controlando as despesas do Cartão

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Uma leitora e colaboradora do blog me escreveu e-mail onde pergunta sobre como registrar em seus controles as despesas do cartão: se na data da fatura ou na data da despesa.  Parece-me ser não apenas a dúvida dela, já que o tema é recorrente em palestras ou atendimentos personalizados. Vamos à resposta a esta e outras dúvidas relacionadas!

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Décimo-terceiro: gastar é fácil

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Com a chegada do final do ano, empregadores têm até 20 de dezembro para pagar a segunda parcela do décimo-terceiro salário a seus funcionários, uma graninha extra que pode fazer a festa para quem está empregado. No artigo de hoje cito alternativas para seu uso que fogem do lugar-comum do consumo… Afinal, gastar todo muito sabe, não é mesmo?

(1) Eliminar dívidas: Para os que estão encalacrados com dívidas que crescem muito rápido por conta das elevadas taxas de juros cobradas – cartão de crédito, cheque especial, financeiras – é uma boa ocasião para estancar a sangria no orçamento com despesas que não dão prazer, como os juros. Aliás, reforço que nestas situações, não recomendaria outro uso para o décimo-terceiro além deste objetivo.

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PGBL: Ainda há tempo para aplicar

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Com o fim do ano se aproximando e com ele uma agenda de eventos – Dia das Crianças, férias, viagens, décimo-terceiro, festas, dentre outros – que irão me levar a abordar assuntos datados, achei interessante já começar a alertar aos meus queridos leitores que usam planos de previdência complementar – como os populares PGBL e VGBL – que dezembro é o último mês para quem deseje aproveitar o benefício fiscal deste tipo de aplicação e assim pagar menos imposto de renda no ano que entra.

Mas por que abordar isso logo no início de outubro, já que ainda há bastante tempo pela frente? Explico: a escolha de qual plano utilizar, isto é, em qual instituição aplicar, qual a composição da carteira do fundo que irá receber seus recursos (apenas renda fixa, parte em renda fixa, parte em renda variável) e quais as taxas de carregamento e administração, requer alguma pesquisa e, salvo se você utilizar alguma assessoria especializada, é bem provável que precise de algumas semanas para a coleta de dados, a análise comparativa e o preenchimento de formulários até a decisão final.

Para que ninguém se confunda, é preciso esclarecer de qual benefício falo hoje, pois, diferentemente do que ocorre com os fundos abertos (curto-prazo, referenciados ou renda fixa) que acertam o IR semestralmente, os planos PGBL e VGBL só o fazem por ocasião do resgate ou das retiradas mensais, o que acaba gerando um pequeno ganho adicional ao investidor caso as rentabilidades oferecidas sejam idênticas para as duas categorias (abertos ou previdência).

O benefício fiscal a que me refiro corresponde à diferença de tributação entre estas duas modalidades de previdência. Exemplificando, imagine que alguém aplique R$ 10 mil em um VGBL e daqui a 20 anos esta aplicação esteja valendo R$ 30 mil: por ser um VGBL, o IR incidirá apenas sobre o ganho, no caso R$ 20 mil e, supondo uma alíquota de 10% (tabela regressiva), o imposto na ocasião será, portanto, de R$ 2 mil. Por outro lado, caso esta pessoa optasse por um PGBL que apresentasse os mesmos resultados, o IR incidiria sobre todos os R$ 30 mil, gerando um imposto a pagar de R$ 3 mil. Ora, ora, então se o PGBL paga mais imposto, por que alguém optaria por ele ao invés do VGBL? A resposta é simples: porque as contribuições feitas neste caso, podem ser abatidas da base de cálculo do imposto de renda devido ao longo de 2015, a ser acertado por ocasião da declaração de ajuste anual em 2016: quem tem imposto a pagar, pagará menos; e quem tem imposto a receber, receberá uma restituição maior. Este é o benefício: o adiamento do imposto!

Assim, se você, meu querido leitor, achou a ideia interessante, vá em frente e pague menos IR no ano que entra. Mas tome cuidado pois o benefício fiscal só vale para contribuições limitadas em até 12% de sua renda bruta; acima deste limite não é possível o abatimento. Por exemplo, se ao longo de 2015 você recebeu de salários R$ 100 mil, poderá reduzir R$ 12 mil da base de cálculo do IR devido por conta da contribuição ao PGBL, da mesma forma que abate despesas com médicos, educação e dependentes, dentre outras. E, se sua ideia é aportar mais do que esse valor em previdência neste final de ano – digamos R$ 20 mil –, aplique os R$ 8 mil adicionais em VGBL, pois para estes, não haverá o benefício.

Não se esqueça também que será preciso ainda que você tenha um emprego formal (e portanto contribua para a previdência oficial), faça a sua declaração pelo formulário completo, tenha renda tributável e, claro, informe o valor da contribuição feita ao PGBL na linha correspondente da declaração. Profissionais autônomos ou aqueles cuja renda no ano estiver abaixo do limite de isenção do imposto devem optar pelo VGBL.

Um grande abraço e até a próxima!

Estratégias para a grana extra!

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Em meio às incertezas sobre os rumos que a economia irá tomar vi que a Receita Federal liberou mais um lote da restituição do Imposto de Renda, o que possivelmente irá alegrar aqueles que, mesmo agraciados, já não contavam com esta entrada de caixa adicional. É o seu caso? Então, o que fazer quando receber este dinheirinho extra? Bem, tentarei priorizar o que você, meu querido leitor, deve fazer com estes recursos.

(1) Liquide suas dívidas: É a primeira sugestão para quem anda enrolado com saldos negativos no cheque especial, rotativo no cartão ou outras dívidas caras para se liquidar. Não se esqueça que as taxas de juros estão muito altas e, portanto, não há a menor chance de se levar vantagem em manter tais recursos aplicados enquanto se tem passivos a descoberto: alegria do credor, tristeza para o devedor!

(2) Crie (ou aumente) o seu fundo para emergências: É minha segunda sugestão, e irá ajudá-lo a deixar seu orçamento mais parrudo diante da crise, que parece não ter fim. Comentei sobre este tipo de seguro em meu artigo da semana passada, lembra?

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