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Tire sua dúvida: Como parcelar?
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Tire sua dúvida: E se o banco quebrar?
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Tire sua dúvida: PGBL ou Tesouro Direto?
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Tire sua dúvida: Renda Fixa que varia
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Tire sua dúvida: o FGC
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Tire sua dúvida: Risco de Crédito e o FGC
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Tire sua dúvida: Financio o terreno?

Tire sua dúvida: E se o banco quebrar?

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Um leitor e colaborador do blog me escreveu e-mail onde pergunta se, caso o banco onde possui suas aplicações vier a quebrar, ele corre o risco de perder tudo o que aplicou nos fundos de investimento do banco…

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Tire sua dúvida: PGBL ou Tesouro Direto?

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Um leitor e colaborador do blog me escreveu e-mail onde pergunta se vale a pena resgatar os valores que tem aplicado nos planos de previdência privada que possui – PGBL – para aplicar em títulos do Tesouro, diante das taxas tão altas hoje oferecidas.

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Tire sua dúvida: Renda Fixa que varia

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Um leitor e colaborador do blog me escreveu e-mail onde pergunta por que as rentabilidades dos títulos do Tesouro Direto que ele adquiriu no passado tem oscilado tanto, algumas vezes até mesmo gerando perdas… No momento em que os adquiriu, alega, não foi combinada uma rentabilidade?

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Tire sua dúvida: o FGC

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E no final uma dúvida rendeu outra… Desta vez foi o Rodrigo, ex-aluno meu, leitor e colaborador do blog, que me pergunta de onde vêm os recursos do Fundo Garantidor de Créditos e como, no caso da liquidação de uma instituição financeira, os valores são pagos à pessoa física.

Fui pesquisar e no site http://www.fgc.org.br/ encontrei muitas informações interessantes, que compartilho com você, meu querido leitor. Criado em novembro de 1995, o FGC é uma associação civil sem fins lucrativos com personalidade jurídica de direito privado cujo objetivo é administrar mecanismos de proteção a titulares de crédito contra instituições financeiras, nas situações de (a) decretação da intervenção ou liquidação extrajudicial de instituição associada; (b) reconhecimento pelo Bacen do estado de insolvência de instituição associada. O que está protegido, os limites e outros detalhes encontram-se no post publicado em 16/10/2015 (http://www.blogdozent.com.br/tire-sua-duvida-risco-de-credito-e-o-fgc/).

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Tire sua dúvida: Risco de Crédito e o FGC

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Desta vez o tema para o artigo de hoje surgiu a partir da dúvida de uma gentil leitora e colaboradora do blog quanto aos limites de garantia para as aplicações financeiras. Ótimo tema, pois em minhas palestras, ainda percebo muita gente convicta em só aplicar na caderneta por julgar que apenas essa modalidade de investimento está protegida…

Componente importante em qualquer investimento, o risco caminha de mãos dadas com a rentabilidade, ou seja, quanto maior o risco, maior deverá ser o ganho esperado na aplicação e vice-versa. Mas, como o risco apresenta diferentes faces, ainda há muita confusão conceitual. No post de hoje, trato do risco de crédito, definido como a possibilidade do não pagamento de compromissos por parte do devedor nas datas pré-acertadas. Está presente, portanto, ao alugarmos um imóvel para terceiros, ou ao investirmos em títulos de dívida, como são os títulos públicos, CDB e muitos outros (emprestamos dinheiro ao governo ou aos bancos, respectivamente).

Ora, considerando que o mercado financeiro transfere recursos de quem os tem para os que deles precisam, a existência de um mecanismo que proteja o investidor é mais que salutar, pois ao aumentar o leque de produtos mais seguros, amplia também as fontes de financiamento para pessoas e empresas. É neste contexto que atua o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade privada e sem fins lucrativos, cujo objetivo maior é o de dar proteção aos depositantes e investidores em geral, contribuindo assim para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.

(1) O que está protegido: Depósitos à vista, depósitos em Poupança, depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado (CDB e RDB), Letras de Câmbio (LC), Letras Imobiliárias (LI), Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Operações compromissadas que tenham como objeto títulos emitidos após 8 de março de 2012.

(2) Qual o valor garantido: O máximo de créditos garantidos por pessoa, física ou jurídica, contra a mesma instituição ou contra as instituições de um mesmo conglomerado financeiro é de R$ 250 mil, limitado ao saldo existente. Por exemplo, se no Banco X você tiver R$ 20 mil em conta corrente, R$ 50 mil em Poupança e R$ 200 mil em CDB (ao todo R$ 270 mil), terá direito a receber R$ 250 mil caso a instituição sofra liquidação. Outro correntista que possua R$ 25 mil em CDB do Banco X, receberá apenas este valor.

(3) Alguns cuidados: (a) Os limites garantidos referem-se apenas aos produtos citados; saldos existentes em um fundo de investimento, por exemplo, ficarão fora da garantia pois neste caso, ao aplicar em uma carteira diversificada de títulos o fundo reduz parte do risco a que está sujeito o investidor; (b) no caso de contas conjuntas, o limite de R$ 250 mil será subdividido entre os correntistas/investidores; (c) a proteção dada pelo FGC refere-se exclusivamente ao risco de crédito, não protegendo o investidor dos demais componentes do risco: o de mercado ou o inflacionário, dentre outros… Mesmo assim, não tenho dúvidas de que sua proteção abre oportunidades para rentabilidades mais atrativas nesta fase de juros baixos sem o temor de perdermos tudo o que aplicamos, que tal?

Um grande abraço e até a próxima dúvida!

Tire sua dúvida: Financio o terreno?

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A dúvida: Um gentil leitor e colaborador do blog me enviou email com a seguinte dúvida: “Surgiu a oportunidade de adquirir um lote no valor de R$520 mil à vista ou com os seguintes parcelamentos: (1) 400 mil de entrada + 24 fixas de 2 mil + 144 mil no 25º mês = R$ 592 mil; (2) 300 mil de entrada + 24 fixas de 3 mil + 240 mil no 25º mês = R$ 612 mil. Tentei avaliar se valia a pena aplicar a diferença entre o valor à vista e o da entrada no plano parcelado e deixá-lo render durante os 24 meses. No entanto, me enrolei nas correções e partir para outra estratégia: Trouxe os valores finais do parcelamento (com exceção da entrada, obviamente) para o dia de hoje (a uma taxa 0,8% a.m.). Para ambos os casos, os valores presentes foram maiores que o valor à vista. Assim sendo, posso concluir que vale a pena pagar à vista?

(1) Primeiro cuidado: Em questões deste tipo – aquisições à vista ou financiadas – o objetivo é obter a resposta sobre financiar ou não. Não está em jogo, portanto, se a compra do terreno (ou de qualquer outro item que você, meu querido leitor, esteja pensando em ter) é adequada ou não. Diria até mesmo ser uma interferência de minha parte, dar qualquer palpite sobre as intenções individuais, não é mesmo?

(2) Segundo cuidado: Em qualquer avaliação, costuma-se utilizar uma taxa de juros para servir como custo de oportunidade do dinheiro. Pelo que entendi, o leitor usa 0,8% ao mês, possivelmente por estar obtendo esta rentabilidade em suas aplicações financeiras e, corretamente, não faz projeções sobre o que ocorrerá com a taxa no futuro, até mesmo porque sua decisão é hoje. Chamo apenas a atenção de que não tem sido fácil de obter a taxa citada nas aplicações tradicionais, se considerarmos a tributação.

(3) Primeiro método: O próprio leitor sugere dois caminhos: no primeiro, a diferença entre o preço à vista e o parcelamento seria aplicada e, a cada mês, uma retirada da aplicação cobriria os valores do financiamento. Critério de decisão: valerá à pena financiar se, feitas as contas e após ter pago todos os compromissos, sobrar algum dinheiro na aplicação. O grande problema desta abordagem é quando existem diferentes planos com prazos distintos – por exemplo, uma proposta com 24 meses e a outra com 36 meses – já que não é possível comparar valores em prazos distintos sem cálculos adicionais.

(4) Segundo método: O preferido por quem trabalha com avaliações – e o que foi feito pelo leitor – é achar o valor presente das diferentes propostas… Trocando em miúdos, o método encontra o valor que você precisaria ter hoje aplicado à taxa de oportunidade para conseguir efetuar todos os desembolsos necessários. Critério de decisão: opte pela proposta com o menor valor presente.  Diferentemente do método anterior, como todos os valores a comparar estarão no mesmo momento (hoje), não haverá problemas com planos de prazos distintos.

(5) A resposta: Fazendo-se as contas, chego à conclusão de que a melhor proposta é a aquisição do terreno à vista por R$ 520 mil, pois pelo primeiro plano de financiamento seria necessário ter R$ 561.506 hoje (para pagar a entrada e, com o saldo restante na aplicação, pagar os R$ 2 mil mensais acrescidos dos R$ 144 mil ao término do 25º mês) e pelo segundo plano, R$ 561.925, para fazer frente aos respectivos compromissos.

(6) Parabéns duplos ao distinto leitor: (a) pelo raciocínio claro e correto o que o levou à decisão acertada; (b) por me ajudar a cumprir a tentativa que anunciei na coluna de despedida do Globo, de postar mais do que uma única coluna semanal. Aliás, por falar nisso, o que acham da ideia de reservarmos as sextas para posts com dúvidas de vocês? Acessem a opção CONTATO no campo superior direito do blog e participem. Os casos serão apresentados e, salvo orientação explícita, seus dados pessoais não serão publicados, que tal?

Um grande abraço e até a próxima (coluna ou dúvida)!

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