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Acho que não entendi a fala!

Acho que não entendi a fala!

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E enquanto decidem se irão ou não aprovar a volta da CPMF – com ou sem este nome – uma fala em especial me chamou a atenção: aquela que atribuiu à nova contribuição a função de investimento! Daí, considerando que às vezes entendo as coisas ao pé da letra, fui verificar o que aconteceria com as aplicações usuais disponíveis para nós, simples mortais. Acompanhe-me, querido leitor!

Considerando como data final 17/09/2015, simulei aplicações de R$ 1.000 em cinco investimentos conhecidos: a Poupança, um CDB (100% do CDI), uma LCA (90% do CDI) e dois fundos DI de um grande banco, o primeiro com taxa de administração de 1,0% e o segundo com 3,9%. Admitindo a CPMF no valor de 0,38%, alíquota do IR de 20% (12 meses) e isenção de IR para a Poupança e para a LCA, os resultados encontram-se abaixo, onde cito a rentabilidade antes e após a CPMF. Note que com a CPMF, você gastará R$ 1003,80 para aplicar R$ 1.000, daí a queda na rentabilidade.

Calculando-se os valores já descontando-se o IR e as taxas de administração, a Poupança teria rendido 8,22% (sem CPMF) ou 7,81% (com CPMF), equivalente a 62,83% do CDI; o CDB 9,94% (sem) e 9,53% (com), equivalente a 76,65% do CDI; a LCA 11,19% (sem) e 10,77% (com), equivalente a 86,61% do CDI; o fundo barato (TAD de 1,0%) 9,27% (sem) e 8,86% (com), equivalente a 71,27% do CDI; o fundo caro (TAD de 3,9%) 6,59% (sem) e 6,19% (com), equivalente a 49,79% do CDI.

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