BlogdoZent – Você Investe

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Estamos juntos!
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Acho que não entendi a fala!
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Estratégias para a grana extra!
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Tempos difíceis
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Serviços de primeiro mundo

Estamos juntos!

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E sabe há quanto tempo, meu querido leitor? Na escala cronológica há oito anos e algumas semanas, e na escala numérica (claro, a coluna trata disso!!!) há 424 artigos, que tal? E, assim como você se acostumou com a minha companhia nas manhãs de segunda, eu também me acostumei com a sua, nas manhãs ou tardes de sexta…  E sobre o que tratamos desde então?

Fiz um apanhado – tenho um arquivo bem organizado, acredite! – e, atendo-me apenas às últimas colunas publicadas em setembro destes anos todos, escrevi sobre: financiamento imobiliário (24/09/2007), crise americana (29/09/2008), custos de um automóvel popular (28/09/2009), flutuações das taxas nos investimentos pré-fixados (27/09/2010), custos de uma viagem (26/09/2011), uso do décimo-terceiro (24/09/2012), risco de mercado (30/09/2013) e retorno sobre investimento pessoal em educação (29/09/2014). Mas não foi só isso, pois afinal, educação financeira ou finanças pessoais vão muito além dos temas citados. Conversamos ainda sobre previdência – tanto a oficial quanto à complementar, via PGBL e VGBL – sobre os seguros de vida, sobre as diferentes modalidades de fundos, sobre os riscos a considerar diante das alternativas de aplicação dos recursos que sobram (se sobram), noves-fora as inúmeras dicas de consumo e controle das próprias contas: como economizar observando os custos ocultos ou os custos repetitivos, o que considerar antes de morar sozinho pela primeira vez, os cuidados com os preços surreais, a postura diante dos abusos nos preços, dentre outros.

Acredito que a aceitação dos meus textos tenha sido pela colocação bem didática – cacoete de professor – com que procurei abordar os assuntos, por muitas vezes trazendo personagens, reais ou fictícios, que nos ajudaram a destrinchar problemas aparentemente complicados.

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Acho que não entendi a fala!

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E enquanto decidem se irão ou não aprovar a volta da CPMF – com ou sem este nome – uma fala em especial me chamou a atenção: aquela que atribuiu à nova contribuição a função de investimento! Daí, considerando que às vezes entendo as coisas ao pé da letra, fui verificar o que aconteceria com as aplicações usuais disponíveis para nós, simples mortais. Acompanhe-me, querido leitor!

Considerando como data final 17/09/2015, simulei aplicações de R$ 1.000 em cinco investimentos conhecidos: a Poupança, um CDB (100% do CDI), uma LCA (90% do CDI) e dois fundos DI de um grande banco, o primeiro com taxa de administração de 1,0% e o segundo com 3,9%. Admitindo a CPMF no valor de 0,38%, alíquota do IR de 20% (12 meses) e isenção de IR para a Poupança e para a LCA, os resultados encontram-se abaixo, onde cito a rentabilidade antes e após a CPMF. Note que com a CPMF, você gastará R$ 1003,80 para aplicar R$ 1.000, daí a queda na rentabilidade.

Calculando-se os valores já descontando-se o IR e as taxas de administração, a Poupança teria rendido 8,22% (sem CPMF) ou 7,81% (com CPMF), equivalente a 62,83% do CDI; o CDB 9,94% (sem) e 9,53% (com), equivalente a 76,65% do CDI; a LCA 11,19% (sem) e 10,77% (com), equivalente a 86,61% do CDI; o fundo barato (TAD de 1,0%) 9,27% (sem) e 8,86% (com), equivalente a 71,27% do CDI; o fundo caro (TAD de 3,9%) 6,59% (sem) e 6,19% (com), equivalente a 49,79% do CDI.

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Estratégias para a grana extra!

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Em meio às incertezas sobre os rumos que a economia irá tomar vi que a Receita Federal liberou mais um lote da restituição do Imposto de Renda, o que possivelmente irá alegrar aqueles que, mesmo agraciados, já não contavam com esta entrada de caixa adicional. É o seu caso? Então, o que fazer quando receber este dinheirinho extra? Bem, tentarei priorizar o que você, meu querido leitor, deve fazer com estes recursos.

(1) Liquide suas dívidas: É a primeira sugestão para quem anda enrolado com saldos negativos no cheque especial, rotativo no cartão ou outras dívidas caras para se liquidar. Não se esqueça que as taxas de juros estão muito altas e, portanto, não há a menor chance de se levar vantagem em manter tais recursos aplicados enquanto se tem passivos a descoberto: alegria do credor, tristeza para o devedor!

(2) Crie (ou aumente) o seu fundo para emergências: É minha segunda sugestão, e irá ajudá-lo a deixar seu orçamento mais parrudo diante da crise, que parece não ter fim. Comentei sobre este tipo de seguro em meu artigo da semana passada, lembra?

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Tempos difíceis

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E mesmo para os mais otimistas – como é o meu caso – assistir ou ler as notícias diárias requer muito sangue frio e doses extras de pensamento positivo… Limitando-me ao tema que é a proposta da coluna e ao caso brasileiro, quando é que as coisas passarão a melhorar? Salários que atrasam, demissões coletivas, renda em queda e inflação em alta são alguns de nossos pesadelos cotidianos; então qual a sugestão, meu querido leitor?

Volto a uma ferramenta que já abordei anteriormente aqui neste espaço, o fundo de emergência: para os que me acompanham há tempos e conseguiram montar os seus, ainda que doa no bolso ter que sacar recursos para cobrir despesas, esta é a hora, embora eu recomende que diante das incertezas, quanto menos resgatar, melhor, de forma a tê-lo por mais tempo. E para os que ainda não formaram os fundos, o que fazer?

Desde que estejam ainda empregados, a ideia é separar parte da renda atual – mesmo que às custas de sacrifício no consumo – para que, na hipótese de um futuro menos promissor, não se precise cortar itens essenciais, como a escola dos filhos ou o plano de saúde, por exemplo. Algumas dicas para ter sucesso na estratégia:

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Serviços de primeiro mundo

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Dando sequencia ao que aqui escrevi na semana passada – a questão do endividamento – tive a grata oportunidade de presenciar o atendimento a um superendividado nas instalações do Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), aqui do Rio de Janeiro. E é sobre o que lá aprendi que trato na coluna de hoje, ainda que torça para que você, meu querido leitor, nunca chegue a tal situação.

De acordo com o Núcleo, o superendividado é uma pessoa física, de boa fé, e que por conta de várias dívidas com múltiplos credores não consegue, a partir de seus rendimentos, pagar seus compromissos e garantir o próprio sustento. Às vezes chega-se a esta condição de forma passiva (perda do emprego ou um acidente, por exemplo), mas na maioria dos casos, incluindo o que assisti, o superendividamento ocorreu de forma ativa: o sujeito tinha uma dívida que não conseguia pagar, fez um novo empréstimo para pagar o primeiro, se enrolou, e aí, no desespero, partiu para o tudo ou nada, em outras negociações altamente desvantajosas.

O serviço é gratuito e a equipe de defensores públicos que vi atuar (Dras. Patrícia, Georgia e Flavia) dá um show de profissionalismo. O sujeito foi recebido pelo Gabriel (só podia ter mesmo nome de anjo!) que, após levantar e colocar em planilha todos os dados, elaborou o diagnóstico, base para as ações seguintes das defensoras.

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