BlogdoZent – Você Investe

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Sopa de letrinhas
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Tire sua dúvida: Controlando as despesas do Cartão
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Renegociando a sua dívida
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Tire sua dúvida: o FGC
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Décimo-terceiro: gastar é fácil
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Tire sua dúvida: Risco de Crédito e o FGC
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Cuidados com o sal
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Tire sua dúvida: Financio o terreno?
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PGBL: Ainda há tempo para aplicar
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Boas vindas

Sopa de letrinhas

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Além dos populares PGBL/VGBL que atendem àqueles que desejam complementação da aposentadoria, dois produtos que têm chamado a atenção de potenciais investidores são as LCI/LCA, já que seus rendimentos são isentos do imposto de renda – pelo menos por agora… Sabe-se lá o que o tal do ajuste fiscal ainda nos reserva. E é sobre elas que falo no artigo de hoje!

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Tire sua dúvida: Controlando as despesas do Cartão

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Uma leitora e colaboradora do blog me escreveu e-mail onde pergunta sobre como registrar em seus controles as despesas do cartão: se na data da fatura ou na data da despesa.  Parece-me ser não apenas a dúvida dela, já que o tema é recorrente em palestras ou atendimentos personalizados. Vamos à resposta a esta e outras dúvidas relacionadas!

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Renegociando a sua dívida

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Bem, e enquanto a crise e a letargia daqueles responsáveis por colocar a economia nos eixos avançam, como não poderia deixar de ser, o percentual dos endividados também cresce: pela pesquisa divulgada pela CNC – Confederação Nacional do Comércio, em setembro/2015 o percentual dos endividados já está em 63,5% das famílias, sendo que 23,1% apresentam dívidas ou contas em atraso e 8,6% não terão condições de pagar. Torcendo para que você, meu querido leitor, não esteja neste grupo, trago no artigo de hoje algumas reflexões sobre este delicado tema.

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Tire sua dúvida: o FGC

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E no final uma dúvida rendeu outra… Desta vez foi o Rodrigo, ex-aluno meu, leitor e colaborador do blog, que me pergunta de onde vêm os recursos do Fundo Garantidor de Créditos e como, no caso da liquidação de uma instituição financeira, os valores são pagos à pessoa física.

Fui pesquisar e no site http://www.fgc.org.br/ encontrei muitas informações interessantes, que compartilho com você, meu querido leitor. Criado em novembro de 1995, o FGC é uma associação civil sem fins lucrativos com personalidade jurídica de direito privado cujo objetivo é administrar mecanismos de proteção a titulares de crédito contra instituições financeiras, nas situações de (a) decretação da intervenção ou liquidação extrajudicial de instituição associada; (b) reconhecimento pelo Bacen do estado de insolvência de instituição associada. O que está protegido, os limites e outros detalhes encontram-se no post publicado em 16/10/2015 (http://www.blogdozent.com.br/tire-sua-duvida-risco-de-credito-e-o-fgc/).

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Décimo-terceiro: gastar é fácil

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Com a chegada do final do ano, empregadores têm até 20 de dezembro para pagar a segunda parcela do décimo-terceiro salário a seus funcionários, uma graninha extra que pode fazer a festa para quem está empregado. No artigo de hoje cito alternativas para seu uso que fogem do lugar-comum do consumo… Afinal, gastar todo muito sabe, não é mesmo?

(1) Eliminar dívidas: Para os que estão encalacrados com dívidas que crescem muito rápido por conta das elevadas taxas de juros cobradas – cartão de crédito, cheque especial, financeiras – é uma boa ocasião para estancar a sangria no orçamento com despesas que não dão prazer, como os juros. Aliás, reforço que nestas situações, não recomendaria outro uso para o décimo-terceiro além deste objetivo.

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Tire sua dúvida: Risco de Crédito e o FGC

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Desta vez o tema para o artigo de hoje surgiu a partir da dúvida de uma gentil leitora e colaboradora do blog quanto aos limites de garantia para as aplicações financeiras. Ótimo tema, pois em minhas palestras, ainda percebo muita gente convicta em só aplicar na caderneta por julgar que apenas essa modalidade de investimento está protegida…

Componente importante em qualquer investimento, o risco caminha de mãos dadas com a rentabilidade, ou seja, quanto maior o risco, maior deverá ser o ganho esperado na aplicação e vice-versa. Mas, como o risco apresenta diferentes faces, ainda há muita confusão conceitual. No post de hoje, trato do risco de crédito, definido como a possibilidade do não pagamento de compromissos por parte do devedor nas datas pré-acertadas. Está presente, portanto, ao alugarmos um imóvel para terceiros, ou ao investirmos em títulos de dívida, como são os títulos públicos, CDB e muitos outros (emprestamos dinheiro ao governo ou aos bancos, respectivamente).

Ora, considerando que o mercado financeiro transfere recursos de quem os tem para os que deles precisam, a existência de um mecanismo que proteja o investidor é mais que salutar, pois ao aumentar o leque de produtos mais seguros, amplia também as fontes de financiamento para pessoas e empresas. É neste contexto que atua o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade privada e sem fins lucrativos, cujo objetivo maior é o de dar proteção aos depositantes e investidores em geral, contribuindo assim para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.

(1) O que está protegido: Depósitos à vista, depósitos em Poupança, depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado (CDB e RDB), Letras de Câmbio (LC), Letras Imobiliárias (LI), Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Operações compromissadas que tenham como objeto títulos emitidos após 8 de março de 2012.

(2) Qual o valor garantido: O máximo de créditos garantidos por pessoa, física ou jurídica, contra a mesma instituição ou contra as instituições de um mesmo conglomerado financeiro é de R$ 250 mil, limitado ao saldo existente. Por exemplo, se no Banco X você tiver R$ 20 mil em conta corrente, R$ 50 mil em Poupança e R$ 200 mil em CDB (ao todo R$ 270 mil), terá direito a receber R$ 250 mil caso a instituição sofra liquidação. Outro correntista que possua R$ 25 mil em CDB do Banco X, receberá apenas este valor.

(3) Alguns cuidados: (a) Os limites garantidos referem-se apenas aos produtos citados; saldos existentes em um fundo de investimento, por exemplo, ficarão fora da garantia pois neste caso, ao aplicar em uma carteira diversificada de títulos o fundo reduz parte do risco a que está sujeito o investidor; (b) no caso de contas conjuntas, o limite de R$ 250 mil será subdividido entre os correntistas/investidores; (c) a proteção dada pelo FGC refere-se exclusivamente ao risco de crédito, não protegendo o investidor dos demais componentes do risco: o de mercado ou o inflacionário, dentre outros… Mesmo assim, não tenho dúvidas de que sua proteção abre oportunidades para rentabilidades mais atrativas nesta fase de juros baixos sem o temor de perdermos tudo o que aplicamos, que tal?

Um grande abraço e até a próxima dúvida!

Cuidados com o sal

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Aproveitando que hoje, dia 12/10, comemora-se também o Dia das Crianças – além do Dia da Padroeira do Brasil, Nossa Senhora Aparecida – optei por um de meus assuntos preferidos, o tema “Finanças e Crianças”. Leitor fiel e que me acompanha desde cedo, nas colunas que publiquei no Globo, sabe que tenho dois, a Maria Luiza, hoje com 20 anos, e o Rodrigo, hoje com 16. E desde pequenos foram acostumados a lidar e a conversar sobre dinheiro sem qualquer censura, respeitados, entretanto, alguns limites: não precisam, por exemplo, saber sobre saldos de contas, senhas e outros detalhes, até mesmo para sua própria segurança!

Bem, e qual a idéia central de tudo isso? Sinceramente? Acho que me sentiria estupidamente irresponsável se, após anos de vivência na área financeira e presenciando diariamente em meu “consultório” histórias de adultos mal resolvidos quando o assunto é dinheiro, eu deixasse passar essa oportunidade. Você, meu caro leitor, já imaginou o constrangimento que sinto quando, à minha frente, um casal na terceira idade, começa a discutir, brigar (e até chorar!) por descobrir que, a esta altura da vida, ambos gastaram demais e não têm qualquer reserva para emergências ou aposentadorias futuras? Haja água gelada e cafezinho, não é mesmo? Veja algumas sugestões:

(1) Restrições: Fazem parte da vida, e cada família tem a sua, em função dos próprios orçamentos. Desde cedo lhes mostrei as minhas e isso nunca lhes causou grandes desconfortos, pelo que entendi. Viver com alegria dentro da própria realidade é um grande desafio, que decerto os preparará para, no futuro, não participarem dos cadastros de inadimplentes. Dar uma mesada desde cedo, os acostumará a trabalhar com o conceito!

(2) Crises e ciclos: Comuns em qualquer economia, se desde cedo compreenderem que na vida há altos e baixos, meio caminho terão andado para, na fase adulta, traçarem suas próprias estratégias financeiras para os diferentes momentos. A crise que o país passa agora é uma excelente oportunidade de aprendizado… Sentiram, por exemplo, que temos ido menos a restaurantes, e da última vez que fomos, viram a quantidade de mesas vazias… Fizeram logo a ligação: “É a crise, não é, pai?”

(3) Origem: Saber que o dinheiro é o resultado do seu esforço também é muito importante, pois irá lhes dar uma boa dimensão do que precisarão fazer no futuro para continuar a usufruir dos seus atuais confortos: a mais velha já sente na pele tal dificuldade, ao perder sábados dando aulas remuneradas de monitoria, ainda que esteja toda-toda, por isso.

(4) Universo Financeiro: Explicar-lhes como funcionam bancos, contas, cartões, dentre outros, irá ajudá-los a viver no mundo atual. Rodrigo, por exemplo, reclama muito da tarifa cobrada na conta onde deposito sua mesada. Se soubesse que a CPMF poderá voltar… Xiiii!

(5) Preços: Sempre comentei sobre os principais itens que eles consumiam e hoje, como recebem mesadas e/ou aulas remuneradas, pesquisam bastante onde e o que comprar: Maria Luiza, oficialmente responsável pelas compras da casa – pois mora comigo! – em uma rápida manobra mudou de supermercado alegando que no anterior, com a mesma quantia comprava 103 itens, contra os 182 no atual. A-do-rei!

(6) Juros: Devagar e muito suavemente, usei exemplos numéricos para demonstrar o poder que uma taxa de juros tem sobre uma quantia parada durante um tempo e já sabem que os juros que recebem são bem menores do que pagariam se pedissem emprestado… Aí, pasmem, ouvi essa ao pedir R$20 ao Rodrigo para pegar um taxi: “Vai me devolver quanto? Empréstimos não pagam juros?” Devo ter salgado a Santa Ceia, pensei!

Um grande abraço e até a próxima!

Tire sua dúvida: Financio o terreno?

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A dúvida: Um gentil leitor e colaborador do blog me enviou email com a seguinte dúvida: “Surgiu a oportunidade de adquirir um lote no valor de R$520 mil à vista ou com os seguintes parcelamentos: (1) 400 mil de entrada + 24 fixas de 2 mil + 144 mil no 25º mês = R$ 592 mil; (2) 300 mil de entrada + 24 fixas de 3 mil + 240 mil no 25º mês = R$ 612 mil. Tentei avaliar se valia a pena aplicar a diferença entre o valor à vista e o da entrada no plano parcelado e deixá-lo render durante os 24 meses. No entanto, me enrolei nas correções e partir para outra estratégia: Trouxe os valores finais do parcelamento (com exceção da entrada, obviamente) para o dia de hoje (a uma taxa 0,8% a.m.). Para ambos os casos, os valores presentes foram maiores que o valor à vista. Assim sendo, posso concluir que vale a pena pagar à vista?

(1) Primeiro cuidado: Em questões deste tipo – aquisições à vista ou financiadas – o objetivo é obter a resposta sobre financiar ou não. Não está em jogo, portanto, se a compra do terreno (ou de qualquer outro item que você, meu querido leitor, esteja pensando em ter) é adequada ou não. Diria até mesmo ser uma interferência de minha parte, dar qualquer palpite sobre as intenções individuais, não é mesmo?

(2) Segundo cuidado: Em qualquer avaliação, costuma-se utilizar uma taxa de juros para servir como custo de oportunidade do dinheiro. Pelo que entendi, o leitor usa 0,8% ao mês, possivelmente por estar obtendo esta rentabilidade em suas aplicações financeiras e, corretamente, não faz projeções sobre o que ocorrerá com a taxa no futuro, até mesmo porque sua decisão é hoje. Chamo apenas a atenção de que não tem sido fácil de obter a taxa citada nas aplicações tradicionais, se considerarmos a tributação.

(3) Primeiro método: O próprio leitor sugere dois caminhos: no primeiro, a diferença entre o preço à vista e o parcelamento seria aplicada e, a cada mês, uma retirada da aplicação cobriria os valores do financiamento. Critério de decisão: valerá à pena financiar se, feitas as contas e após ter pago todos os compromissos, sobrar algum dinheiro na aplicação. O grande problema desta abordagem é quando existem diferentes planos com prazos distintos – por exemplo, uma proposta com 24 meses e a outra com 36 meses – já que não é possível comparar valores em prazos distintos sem cálculos adicionais.

(4) Segundo método: O preferido por quem trabalha com avaliações – e o que foi feito pelo leitor – é achar o valor presente das diferentes propostas… Trocando em miúdos, o método encontra o valor que você precisaria ter hoje aplicado à taxa de oportunidade para conseguir efetuar todos os desembolsos necessários. Critério de decisão: opte pela proposta com o menor valor presente.  Diferentemente do método anterior, como todos os valores a comparar estarão no mesmo momento (hoje), não haverá problemas com planos de prazos distintos.

(5) A resposta: Fazendo-se as contas, chego à conclusão de que a melhor proposta é a aquisição do terreno à vista por R$ 520 mil, pois pelo primeiro plano de financiamento seria necessário ter R$ 561.506 hoje (para pagar a entrada e, com o saldo restante na aplicação, pagar os R$ 2 mil mensais acrescidos dos R$ 144 mil ao término do 25º mês) e pelo segundo plano, R$ 561.925, para fazer frente aos respectivos compromissos.

(6) Parabéns duplos ao distinto leitor: (a) pelo raciocínio claro e correto o que o levou à decisão acertada; (b) por me ajudar a cumprir a tentativa que anunciei na coluna de despedida do Globo, de postar mais do que uma única coluna semanal. Aliás, por falar nisso, o que acham da ideia de reservarmos as sextas para posts com dúvidas de vocês? Acessem a opção CONTATO no campo superior direito do blog e participem. Os casos serão apresentados e, salvo orientação explícita, seus dados pessoais não serão publicados, que tal?

Um grande abraço e até a próxima (coluna ou dúvida)!

PGBL: Ainda há tempo para aplicar

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Com o fim do ano se aproximando e com ele uma agenda de eventos – Dia das Crianças, férias, viagens, décimo-terceiro, festas, dentre outros – que irão me levar a abordar assuntos datados, achei interessante já começar a alertar aos meus queridos leitores que usam planos de previdência complementar – como os populares PGBL e VGBL – que dezembro é o último mês para quem deseje aproveitar o benefício fiscal deste tipo de aplicação e assim pagar menos imposto de renda no ano que entra.

Mas por que abordar isso logo no início de outubro, já que ainda há bastante tempo pela frente? Explico: a escolha de qual plano utilizar, isto é, em qual instituição aplicar, qual a composição da carteira do fundo que irá receber seus recursos (apenas renda fixa, parte em renda fixa, parte em renda variável) e quais as taxas de carregamento e administração, requer alguma pesquisa e, salvo se você utilizar alguma assessoria especializada, é bem provável que precise de algumas semanas para a coleta de dados, a análise comparativa e o preenchimento de formulários até a decisão final.

Para que ninguém se confunda, é preciso esclarecer de qual benefício falo hoje, pois, diferentemente do que ocorre com os fundos abertos (curto-prazo, referenciados ou renda fixa) que acertam o IR semestralmente, os planos PGBL e VGBL só o fazem por ocasião do resgate ou das retiradas mensais, o que acaba gerando um pequeno ganho adicional ao investidor caso as rentabilidades oferecidas sejam idênticas para as duas categorias (abertos ou previdência).

O benefício fiscal a que me refiro corresponde à diferença de tributação entre estas duas modalidades de previdência. Exemplificando, imagine que alguém aplique R$ 10 mil em um VGBL e daqui a 20 anos esta aplicação esteja valendo R$ 30 mil: por ser um VGBL, o IR incidirá apenas sobre o ganho, no caso R$ 20 mil e, supondo uma alíquota de 10% (tabela regressiva), o imposto na ocasião será, portanto, de R$ 2 mil. Por outro lado, caso esta pessoa optasse por um PGBL que apresentasse os mesmos resultados, o IR incidiria sobre todos os R$ 30 mil, gerando um imposto a pagar de R$ 3 mil. Ora, ora, então se o PGBL paga mais imposto, por que alguém optaria por ele ao invés do VGBL? A resposta é simples: porque as contribuições feitas neste caso, podem ser abatidas da base de cálculo do imposto de renda devido ao longo de 2015, a ser acertado por ocasião da declaração de ajuste anual em 2016: quem tem imposto a pagar, pagará menos; e quem tem imposto a receber, receberá uma restituição maior. Este é o benefício: o adiamento do imposto!

Assim, se você, meu querido leitor, achou a ideia interessante, vá em frente e pague menos IR no ano que entra. Mas tome cuidado pois o benefício fiscal só vale para contribuições limitadas em até 12% de sua renda bruta; acima deste limite não é possível o abatimento. Por exemplo, se ao longo de 2015 você recebeu de salários R$ 100 mil, poderá reduzir R$ 12 mil da base de cálculo do IR devido por conta da contribuição ao PGBL, da mesma forma que abate despesas com médicos, educação e dependentes, dentre outras. E, se sua ideia é aportar mais do que esse valor em previdência neste final de ano – digamos R$ 20 mil –, aplique os R$ 8 mil adicionais em VGBL, pois para estes, não haverá o benefício.

Não se esqueça também que será preciso ainda que você tenha um emprego formal (e portanto contribua para a previdência oficial), faça a sua declaração pelo formulário completo, tenha renda tributável e, claro, informe o valor da contribuição feita ao PGBL na linha correspondente da declaração. Profissionais autônomos ou aqueles cuja renda no ano estiver abaixo do limite de isenção do imposto devem optar pelo VGBL.

Um grande abraço e até a próxima!

Boas vindas

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A partir de hoje nos encontraremos semanalmente neste espaço onde, valendo-me dos conhecimentos financeiros que acumulei, e da minha atuação como professor, abordarei, de forma simples e didática, questões relevantes do nosso cotidiano. O orçamento familiar, a educação financeira dos filhos, dicas de como gastar menos, os cuidados na hora de aplicar ou de pedir empréstimos estarão entre os temas que iremos “conversar”… Sim, pois espero que você participe, enviando-me suas dúvidas e sugestões!

O blog continua meu trabalho desenvolvido ao longo dos últimos oito anos no jornal O Globo e, como citei em minha coluna de despedida – Estamos juntos! –, a ideia é tratar de forma simples e em português claro e descomplicado (evitando o financês ou o economês) aquilo que nos aflige em nosso órgão mais sensível: o bolso.

De cara reafirmo o meu compromisso público, de, pelo menos semanalmente publicar aqui no espaço, preferencialmente às segundas, o artigo semanal. Mas espero não parar por aí: se a tecnologia assim o permitir, pequenos clips com “achados” financeiros do dia a dia também estão entre os meus objetivos imediatos, que tal? Fique ligado!

Um grande abraço e até a próxima!

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