Categoria -Investimentos

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Financial Advisor: você ainda vai ter um! (2)
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Tire sua dúvida: E se o banco quebrar?
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Financial Advisor: você ainda vai ter um! (1)
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Tire sua dúvida: FGC e o Tesouro Direto
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Tire sua dúvida: PGBL ou Tesouro Direto?
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Tire sua dúvida: Renda Fixa que varia
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Sopa de letrinhas
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Tire sua dúvida: o FGC
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Tire sua dúvida: Risco de Crédito e o FGC
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Acho que não entendi a fala!

Financial Advisor: você ainda vai ter um! (2)

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Fazendo uma analogia simples e rápida, o Financial Advisor (FA) deverá condicionar sua vida financeira da mesma forma que um Personal Trainer condiciona sua vida desportiva.

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Tire sua dúvida: E se o banco quebrar?

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Um leitor e colaborador do blog me escreveu e-mail onde pergunta se, caso o banco onde possui suas aplicações vier a quebrar, ele corre o risco de perder tudo o que aplicou nos fundos de investimento do banco…

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Financial Advisor: você ainda vai ter um! (1)

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Reconheço que a vida do brasileiro não anda nada fácil. E não falo tão somente para os que hoje enfrentam dificuldades para fechar o orçamento, tema que, em um artigo aqui, outro artigo ali, tratei, ainda que não tenha esgotado assunto.

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Tire sua dúvida: PGBL ou Tesouro Direto?

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Um leitor e colaborador do blog me escreveu e-mail onde pergunta se vale a pena resgatar os valores que tem aplicado nos planos de previdência privada que possui – PGBL – para aplicar em títulos do Tesouro, diante das taxas tão altas hoje oferecidas.

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Tire sua dúvida: Renda Fixa que varia

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Um leitor e colaborador do blog me escreveu e-mail onde pergunta por que as rentabilidades dos títulos do Tesouro Direto que ele adquiriu no passado tem oscilado tanto, algumas vezes até mesmo gerando perdas… No momento em que os adquiriu, alega, não foi combinada uma rentabilidade?

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Sopa de letrinhas

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Além dos populares PGBL/VGBL que atendem àqueles que desejam complementação da aposentadoria, dois produtos que têm chamado a atenção de potenciais investidores são as LCI/LCA, já que seus rendimentos são isentos do imposto de renda – pelo menos por agora… Sabe-se lá o que o tal do ajuste fiscal ainda nos reserva. E é sobre elas que falo no artigo de hoje!

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Tire sua dúvida: o FGC

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E no final uma dúvida rendeu outra… Desta vez foi o Rodrigo, ex-aluno meu, leitor e colaborador do blog, que me pergunta de onde vêm os recursos do Fundo Garantidor de Créditos e como, no caso da liquidação de uma instituição financeira, os valores são pagos à pessoa física.

Fui pesquisar e no site http://www.fgc.org.br/ encontrei muitas informações interessantes, que compartilho com você, meu querido leitor. Criado em novembro de 1995, o FGC é uma associação civil sem fins lucrativos com personalidade jurídica de direito privado cujo objetivo é administrar mecanismos de proteção a titulares de crédito contra instituições financeiras, nas situações de (a) decretação da intervenção ou liquidação extrajudicial de instituição associada; (b) reconhecimento pelo Bacen do estado de insolvência de instituição associada. O que está protegido, os limites e outros detalhes encontram-se no post publicado em 16/10/2015 (http://www.blogdozent.com.br/tire-sua-duvida-risco-de-credito-e-o-fgc/).

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Tire sua dúvida: Risco de Crédito e o FGC

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Desta vez o tema para o artigo de hoje surgiu a partir da dúvida de uma gentil leitora e colaboradora do blog quanto aos limites de garantia para as aplicações financeiras. Ótimo tema, pois em minhas palestras, ainda percebo muita gente convicta em só aplicar na caderneta por julgar que apenas essa modalidade de investimento está protegida…

Componente importante em qualquer investimento, o risco caminha de mãos dadas com a rentabilidade, ou seja, quanto maior o risco, maior deverá ser o ganho esperado na aplicação e vice-versa. Mas, como o risco apresenta diferentes faces, ainda há muita confusão conceitual. No post de hoje, trato do risco de crédito, definido como a possibilidade do não pagamento de compromissos por parte do devedor nas datas pré-acertadas. Está presente, portanto, ao alugarmos um imóvel para terceiros, ou ao investirmos em títulos de dívida, como são os títulos públicos, CDB e muitos outros (emprestamos dinheiro ao governo ou aos bancos, respectivamente).

Ora, considerando que o mercado financeiro transfere recursos de quem os tem para os que deles precisam, a existência de um mecanismo que proteja o investidor é mais que salutar, pois ao aumentar o leque de produtos mais seguros, amplia também as fontes de financiamento para pessoas e empresas. É neste contexto que atua o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), entidade privada e sem fins lucrativos, cujo objetivo maior é o de dar proteção aos depositantes e investidores em geral, contribuindo assim para a estabilidade do Sistema Financeiro Nacional.

(1) O que está protegido: Depósitos à vista, depósitos em Poupança, depósitos a prazo com ou sem emissão de certificado (CDB e RDB), Letras de Câmbio (LC), Letras Imobiliárias (LI), Letras Hipotecárias (LH), Letras de Crédito Imobiliário (LCI), Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e Operações compromissadas que tenham como objeto títulos emitidos após 8 de março de 2012.

(2) Qual o valor garantido: O máximo de créditos garantidos por pessoa, física ou jurídica, contra a mesma instituição ou contra as instituições de um mesmo conglomerado financeiro é de R$ 250 mil, limitado ao saldo existente. Por exemplo, se no Banco X você tiver R$ 20 mil em conta corrente, R$ 50 mil em Poupança e R$ 200 mil em CDB (ao todo R$ 270 mil), terá direito a receber R$ 250 mil caso a instituição sofra liquidação. Outro correntista que possua R$ 25 mil em CDB do Banco X, receberá apenas este valor.

(3) Alguns cuidados: (a) Os limites garantidos referem-se apenas aos produtos citados; saldos existentes em um fundo de investimento, por exemplo, ficarão fora da garantia pois neste caso, ao aplicar em uma carteira diversificada de títulos o fundo reduz parte do risco a que está sujeito o investidor; (b) no caso de contas conjuntas, o limite de R$ 250 mil será subdividido entre os correntistas/investidores; (c) a proteção dada pelo FGC refere-se exclusivamente ao risco de crédito, não protegendo o investidor dos demais componentes do risco: o de mercado ou o inflacionário, dentre outros… Mesmo assim, não tenho dúvidas de que sua proteção abre oportunidades para rentabilidades mais atrativas nesta fase de juros baixos sem o temor de perdermos tudo o que aplicamos, que tal?

Um grande abraço e até a próxima dúvida!

Acho que não entendi a fala!

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E enquanto decidem se irão ou não aprovar a volta da CPMF – com ou sem este nome – uma fala em especial me chamou a atenção: aquela que atribuiu à nova contribuição a função de investimento! Daí, considerando que às vezes entendo as coisas ao pé da letra, fui verificar o que aconteceria com as aplicações usuais disponíveis para nós, simples mortais. Acompanhe-me, querido leitor!

Considerando como data final 17/09/2015, simulei aplicações de R$ 1.000 em cinco investimentos conhecidos: a Poupança, um CDB (100% do CDI), uma LCA (90% do CDI) e dois fundos DI de um grande banco, o primeiro com taxa de administração de 1,0% e o segundo com 3,9%. Admitindo a CPMF no valor de 0,38%, alíquota do IR de 20% (12 meses) e isenção de IR para a Poupança e para a LCA, os resultados encontram-se abaixo, onde cito a rentabilidade antes e após a CPMF. Note que com a CPMF, você gastará R$ 1003,80 para aplicar R$ 1.000, daí a queda na rentabilidade.

Calculando-se os valores já descontando-se o IR e as taxas de administração, a Poupança teria rendido 8,22% (sem CPMF) ou 7,81% (com CPMF), equivalente a 62,83% do CDI; o CDB 9,94% (sem) e 9,53% (com), equivalente a 76,65% do CDI; a LCA 11,19% (sem) e 10,77% (com), equivalente a 86,61% do CDI; o fundo barato (TAD de 1,0%) 9,27% (sem) e 8,86% (com), equivalente a 71,27% do CDI; o fundo caro (TAD de 3,9%) 6,59% (sem) e 6,19% (com), equivalente a 49,79% do CDI.

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